Por que a economia criativa é aliada do desenvolvimento sustentável?

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trabalho juntando economia criativa e desenvolvimento sustentável

Com a cobrança cada vez maior para que as empresas deem atenção à sustentabilidade, novos modelos de negócios têm surgido. É nesse contexto que mais empreendimentos têm aliado economia criativa e desenvolvimento sustentável.

De maneira resumida, isso quer dizer que as empresas têm trabalhado com produtos e serviços cujas matéria-primas são a criatividade, o conhecimento e a cultura. Esses recursos que alimentam a economia criativa não se esgotam. Na verdade, a criatividade e o conhecimento se multiplicam ao serem compartilhados. Por isso, essa forma de fazer negócios é tão conectada ao desenvolvimento sustentável.

Na economia criativa, é possível pensar em novas soluções econômicas, que levem em consideração o lado humano e a sustentabilidade do planeta. Quer entender melhor como essa lógica pode ser aplicada para um avanço econômico, social e ecológico?

Neste artigo, mostraremos como soluções sustentáveis, frutos da economia criativa, auxiliam em questões de espaço, consumo e compartilhamento. Confira!

1. Espaço

Por serem áreas reconhecidamente inovadoras, a arquitetura e o design têm se destacado no campo da economia criativa e do desenvolvimento sustentável. Existem construções com soluções arquitetônicas, por exemplo, que promovem a sustentabilidade, como a máxima utilização da luz solar para a redução do gasto de energia e a captação de água para reutilização e climatização natural. São alternativas como essas que ajudam a diminuir o uso excessivo de energias não renováveis e estimulam a movimentação de novos setores.

2. Consumo consciente

Na contramão do consumismo e da exploração predatória da natureza, está o consumo consciente. Aliado à economia criativa, essa forma de consumir com mais inteligência pode gerar, por exemplo, a reutilização de produtos que supostamente não serviriam mais.

Essa visão é muito ligada ao Wabi-sabi, uma filosofia japonesa que busca a beleza mesmo nas coisas consideradas imperfeitas e sem valor. Nesse pensamento, não se deve desprezar aquilo que parece inútil, pois um objeto antigo pode ser transformado e até adquirir uma nova utilidade.

Um exemplo inspirador é o do shopping Eldorado, em São Paulo, que reutiliza o material orgânico das suas praças de alimentação para a manutenção de uma horta no telhado do prédio.

3. Compartilhamento

Outra ideia interessante é o compartilhamento de objetos e espaços. A economia criativa se conecta diretamente com um ponto de vista mais social e comunitário. Dessa forma, é interessante pensar em soluções que possam ser feitas coletivamente, como negócios envolvendo a troca de vestimentas com outras pessoas, a utilização de escritórios compartilhados ou as caronas solidárias.

Em uma perspectiva mais colaborativa, o número de iniciativas desse tipo tem crescido. O BlaBlaCar, por exemplo, é uma plataforma que permite conectar pessoas interessadas em dividir o custo de uma viagem de carro. Com as caronas, as pessoas diminuem o uso de combustíveis e a poluição do ar.

Além dessas, outras soluções também podem ser pensadas para o uso da economia com criatividade. O importante é que elas foquem no desenvolvimento adequado do meio ambiente dentro de um panorama inovador.

Quer saber mais sobre economia criativa? Então, leia também o nosso artigo especial sobre esse tema para entender melhor sobre como usar boas ideias para inovar!

Saibalá

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