Cultura maker: entenda como esse movimento tem impacto positivo na sociedade

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Jovens desenvolvem projeto em espaço maker

A Cultura Maker, também conhecida como uma continuidade do movimento Faça-Você-Mesmo, ou, em inglês, Do-It-Yourself (DIY), tem por fundamento a ideia de que qualquer pessoa pode fabricar, construir, modificar, consertar diversos tipos de objetos com suas próprias mãos.

O movimento maker, hoje, não é mais um aglomerado incipiente e não-organizado de pessoas trabalhando separadamente em projetos. Em vez disso, é um círculo mundial cada vez maior de criadores, ansiosos para compartilhar, doar, aprender, ter as ferramentas certas, brincar ou experimentar, participar, apoiar e mudar.

Esse movimento traz importante impacto no cenário econômico e pode abranger objetos eletrônicos, robótica, culinária, melhorias domésticas, entre outros. Quer saber mais sobre o tema? Acompanhe!

Quem faz parte da cultura maker?

Indivíduos ou grupos que criam, pensam e alteram produtos com suas próprias mãos. Esses objetos, por sua vez, podem ser tanto simples quanto soluções inovadoras para sociedade. Assim, a cultura maker tem o potencial de trazer técnicos e hobbystas para a condição de criadores.

É interessante frisar que o principal motor que gerou esse movimento foi a queda no custo das ferramentas, como as impressoras 3D, as placas de Arduino e outros produtos de tecnologia básica — agora, esses dispositivos estão ao alcance dos consumidores comuns, porém muito criativos e inventivos! Então, se você está lendo este texto, talvez você também possa fazer parte deste movimento!

Quais são os valores da cultura maker?

O movimento explora a crença e a experiência de que uma comunidade forte e ativa promove emoção, paixão e inovação, e esses são os fatores que levam seus membros a obterem sucesso e satisfação com a conclusão contínua de projetos que, de outra forma, seriam muito mais difíceis de realizar.

Até mesmo companhias com grande infraestrutura de P&D (pesquisa e desenvolvimento) podem aproveitar muito a cultura maker, que incentiva empresas a transformarem uma ideia em um produto de forma mais rápida, com custo baixo de protótipos em diversas áreas.

Vale mencionar, ainda, que a maioria das criações sob o movimento têm o acesso livre, portanto qualquer pessoa pode fabricá-las usando a documentação e os manuais disponíveis.

O que são os Makerspaces e os Fab Labs?

Makerspaces é um espaço que pode ser tanto operado pela comunidade quanto por instituições de ensino e empresas. O importante é dizer que são locais onde pessoas com interesses comuns podem se reunir e colaborar, usando computadores, usinagem, ciência, arte digital ou eletrônica.

Já os Fab Labs são a evolução de um conceito criado em 2001, no MIT (Massachusetts Institute of Technology, EUA), que criou plataformas de prototipagem técnica para inovação e invenção, fornecendo estímulos para o empreendedorismo local. Hoje, os labs já estão presentes em 30 países e no Brasil o seu representante oficial é a Fab Lab Brasil Network.

Ainda sobre os Fab Labs, é importante dizer que existem diferentes tipos: os acadêmicos, os públicos e os profissionais. Os acadêmicos são geridos por universidades ou escolas.

Os públicos, por sua vez, podem ser gerenciados por governos, institutos de desenvolvimento ou mesmo comunidades locais. Já os profissionais alugam seus espaços e máquinas para empresas e makers (como descrevemos acima) e, dessa forma, estes podem desenvolver suas ideais.

E aí, quer saber mais? Curta nossa página no Facebook e fique por dentro de tudo sobre a cultura maker!

Saibalá

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